Com o Decreto 12.773/2025, uma coisa precisa ficar clara para estados e municípios: cuidador não é professor de apoio.
Confundir essas funções na hora de contratar ou abrir concursos públicos não é apenas um erro administrativo — é uma forma de fragilizar a educação inclusiva.
O cuidador garante apoio nas necessidades de autonomia e cuidado.
O professor de apoio atua na mediação pedagógica e no processo de aprendizagem.
Quando gestores ignoram essa diferença, quem paga o preço é o estudante com deficiência.
Inclusão de verdade exige profissionais certos, nas funções certas.

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