Setembro Verde nos lembra da importância da inclusão e dos direitos das pessoas com deficiência. Setembro Amarelo nos lembra da importância de cuidar da saúde mental e de prevenir o suicídio.
Mas o que esses dois movimentos têm em comum?
A resposta passa por uma questão fundamental: ninguém consegue preservar sua saúde mental em um ambiente que exclui, isola ou desrespeita.
No ambiente escolar, essa realidade precisa ser discutida com seriedade. Alunos com deficiência podem enfrentar barreiras, isolamento e capacitismo. Ao mesmo tempo, professores também enfrentam sobrecarga, esgotamento e falta de apoio para lidar com os desafios da inclusão.
Neste vídeo, faço uma reflexão a partir da minha experiência como professor, historiador e pessoa com deficiência adquirida, buscando conectar inclusão, combate ao capacitismo e saúde mental.
Não se trata apenas de falar sobre inclusão durante uma campanha.
Trata-se de perguntar:
Estamos realmente construindo escolas inclusivas, acolhedoras e humanizadas?
Inclusão não é favor. É direito.
E cuidar da saúde mental também exige combater os ambientes que produzem exclusão, silêncio e invisibilidade.
Se esta reflexão fizer sentido para você, deixe seu comentário, compartilhe o vídeo e ajude a ampliar esse debate.
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