quarta-feira, 6 de agosto de 2025

O Professor Não Deixa de Ser Educador Porque Adquiriu uma Deficiência

 





Vamos falar sério: um professor que sofreu um AVC e adquiriu uma deficiência continua sendo educador.  

O que muda não é sua capacidade, mas a forma como o sistema passa a tratá-lo.

E aqui está o problema: a deficiência não exclui, mas a má vontade dos gestores da educação sim.

Quantos profissionais incríveis, com anos de dedicação, são empurrados para a margem por pura negligência institucional?  
Quantos são ignorados, desvalorizados, descartados  como se o saber que carregam tivesse prazo de validade?

É uma forma silenciosa de apagar vozes que ainda têm muito a ensinar.

A deficiência não é o fim.  
É uma nova etapa, que exige adaptação, respeito e suporte.  
Mas o que muitos recebem é indiferença, burocracia e portas fechadas.

E nós vamos aceitar isso?

Não.  
Não podemos normalizar a exclusão.  
Não podemos permitir que gestores que deveriam promover inclusão sejam os primeiros a sabotar o direito de permanecer.

O professor com deficiência é educador. É exemplo. É resistência.

A educação precisa urgentemente deixar de ser seletiva e começar a ser verdadeiramente inclusiva.  
Porque enquanto houver exclusão, não há justiça. Não há humanidade. Não há educação.

Se você é gestor, professor, aluno ou cidadão: reflita, denuncie, cobre.  
A luta pela inclusão não é favor é direito

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