É chocante e profundamente triste ouvir relatos de professores que resistem a elaborar o PEI e ainda defendem que alunos com deficiência deveriam ser colocados em “salas isoladas”. Isso não é apenas falta de preparo. É falta de compromisso. É falta de humanidade.
A inclusão não é um favor.
É um direito.
E garantir esse direito é responsabilidade de todos nós que escolhemos a educação como profissão.
Quando um professor se recusa a planejar para todos, ele não está apenas descumprindo uma obrigação legal. Ele está negando dignidade. Ele está reforçando preconceitos. Ele está dizendo, na prática, que algumas vidas valem menos.
A escola é de todos.
A sala de aula é de todos.
A aprendizagem é de todos.
Quem não compreende isso não está apenas atrasado está ferindo aquilo que a educação tem de mais essencial: a defesa incondicional da inclusão e da igualdade.
Educar exige empatia.
Sem ela, não há ensino.
Sem ela, não há futuro.

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