sábado, 13 de dezembro de 2025

QUANDO FALTA EMPATIA, FALHA A EDUCAÇÃO

    

É chocante  e profundamente triste  ouvir relatos de professores que resistem a elaborar o PEI e ainda defendem que alunos com deficiência deveriam ser colocados em “salas isoladas”. Isso não é apenas falta de preparo. É falta de compromisso. É falta de humanidade.

A inclusão não é um favor.  

É um direito.  

E garantir esse direito é responsabilidade de todos nós que escolhemos a educação como profissão.

Quando um professor se recusa a planejar para todos, ele não está apenas descumprindo uma obrigação legal. Ele está negando dignidade. Ele está reforçando preconceitos. Ele está dizendo, na prática, que algumas vidas valem menos.

A escola é de todos.  

A sala de aula é de todos.  

A aprendizagem é de todos.

Quem não compreende isso não está apenas atrasado está ferindo aquilo que a educação tem de mais essencial: a defesa incondicional da inclusão e da igualdade.

Educar exige empatia.  

Sem ela, não há ensino.  

Sem ela, não há futuro.

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